Mortes no MCU que não foram tristes: 10 mortes celebradas

10 Mortes Menos Tristes no MCU

Muitas das mortes menos tristes do MCU ainda possuem um impacto, mesmo que não sejam particularmente comoventes. Ao mesmo tempo, embora seja sempre difícil sentir muita tristeza pela perda dos personagens coadjuvantes – como capangas e soldados – algumas das mortes a seguir provavelmente deveriam ter carregado um peso emocional maior do que acabaram tendo.

10. A Primeira Morte de Thanos Não É Triste Por Vários Motivos

Thanos é um dos vilões mais icônicos do MCU. Isso não significa, no entanto, que ele seja adorado. Ao longo da franquia, Thanos já morreu diversas vezes, mas a morte que causou a sensação mais visceral foi a sua primeira, ocorrida em Vingadores: Ultimato nas mãos de Thor, empunhando a Stormbreaker.

O início de Vingadores: Ultimato mostrou os Vingadores lidando com os efeitos imediatos de sua falha, servindo como um lembrete prolongado e doloroso do ato final de Thanos em Vingadores: Guerra Infinita. Ao constatar que haviam praticamente comprometido qualquer chance de corrigir seu erro, era muito mais fácil empatizar com a raiva explosiva de Thor do que sentir tristeza.

9. A Morte de MODOK Foi Quase um Alívio

Apesar de ter encontrado seu destino final em um momento de auto-sacrifício, é difícil sentir tristeza pelo MODOK, cuja caracterização sempre gerou controvérsia. O impacto de sua morte foi ainda mais suavizado pelo tom cômico que a envolveu. Para aqueles que aguardavam uma versão mais fiel aos quadrinhos em uma futura produção do MCU, sua morte pode ter soado como um alívio.

8. A Morte de Ego é Uma das Mais Merecidas do MCU

Ego teve uma das introduções mais impactantes do MCU. Não só foi revelado como o pai celestial de Star-Lord, mas também fez uma confissão de tirar o fôlego: ele foi o responsável por causar o tumor fatal na mãe de Peter Quill. A reação visceral de Quill, ao abrir fogo contra seu pai, foi fácil de compreender, mesmo que não tenha surtido efeito.

7. A Morte de Maria Hill Deveria Ter Sido Muito Mais Emocionante

Maria Hill estreou em The Avengers (2012) como vice-diretora da S.H.I.E.L.D. Posteriormente, ela desempenhou um papel fundamental na organização e se tornou a principal aliada de Nick Fury nas produções dos Vingadores e em Capitão América: O Soldado Invernal, atuando como uma defensora incansável dos Vingadores e da S.H.I.E.L.D. antes do colapso desta última.

Hábil e nobre, Maria Hill era essencial para Fury e, por extensão, para os Vingadores. Por isso, sua morte deveria ter sido um baque devastador. Infelizmente, quando ocorreu em Invasão Secreta – graças às artimanhas de transformação de Gravik – foi repentina e sem cerimônia, deixando seu arco narrativo no MCU de forma injustamente superficial.

Esse desfecho estabeleceu um precedente preocupante para Invasão Secreta, uma das produções do MCU que mais sofreu críticas. Se a série tivesse dado mais destaque a Maria Hill e explorado melhor seu personagem, o impacto emocional de sua morte poderia ter sido muito maior.

6. Dreykov é um dos Vilões Mais Odiados do MCU

A sociopatia de Dreykov ficou evidente com a decisão de transformar sua própria filha, a Taskmaster de Antonia Dreykov, em sua arma mais poderosa – retirando dela qualquer liberdade de escolha e constantemente a colocando em perigo. Sua misoginia, insensibilidade e egoísmo fizeram com que sua morte, nas mãos de Yelena Belova, não despertasse nem mesmo uma centelha de tristeza.

5. A Morte de Taskmaster Foi Demasiado Abrupta

A filha de Dreykov, Antonia, foi surpreendentemente revelada como a Taskmaster do MCU, próximo ao final de Viúva Negra, antes de Natasha Romanoff conseguir libertá-la do controle mental imposto por Dreykov. Taskmaster, então, optou por tirar a própria vida, mesmo que, posteriormente, tenha se encontrado trabalhando para outro mestre inescrupuloso, Valentina Allegra de Fontaine.

Assim como no caso de Maria Hill, a morte de Taskmaster foi tão repentina que não conseguiu evocar uma resposta emocional significativa no público. Em vez de promover um desenvolvimento aprofundado do personagem, sua morte serviu simplesmente para elevar as apostas iniciais da trama.

4. A Morte de Ebony Maw Não Poderia Ter Chegado em Melhor Hora

Embora Thanos já tivesse sido estabelecido como o formidável arqui-vilão da Saga do Infinito desde os primeiros capítulos do MCU, sua ameaça ganhou um impulso significativo com a introdução da Ordem Negra em Vingadores: Guerra Infinita. Dos quatro membros dessa ordem, Ebony Maw, com seus poderes aparentemente ilimitados de telecinese, foi, sem dúvida, o mais perigoso.

Depois de repelir com sucesso a força combinada de vários Vingadores, Ebony Maw capturou e posteriormente torturou o Doutor Estranho, o Feiticeiro Supremo. Felizmente, a criatividade do Homem-Aranha e do Homem de Ferro o retirou da equação de forma rápida, fazendo com que sua morte provocasse apenas um sentimento de alívio diante da ameaça que ele representava.

3. Malekith Foi Esquecido Demais

Sua morte, embora relativamente épica – sendo esmagado por uma gigantesca nave de guerra em Svartálfheim – não conseguiu comover. Em contraste, a morte de Gorr, o Carniceiro dos Deuses, em Thor: Amor e Trovão foi uma das mais angustiantes do MCU, mesmo que o filme não tenha sido muito melhor avaliado do que seu antecessor.

2. A Morte de Aldrich Killian Foi uma Retaliação Bem-Vinda

Embora Aldrich Killian tenha sido inicialmente apresentado como um vilão simpático durante a sequência de flashback em Homem de Ferro 2, esse lado de sua personalidade foi se dissipando ao longo do filme. Ao final do longa, Killian abraçou plenamente sua vilania, proclamando de forma quase caricata ser o Mandarim, antes de ser atacado e, por fim, morto por Pepper Potts.

1. A Morte de Doutor Estranho Foi Estranhamente Esperançosa

Vingadores: Guerra Infinita ficou marcado por inúmeras mortes, quando Thanos conseguiu estalar os dedos e eliminar metade de toda a vida do universo. Essa cena foi, evidentemente, extremamente comovente, com personagens como Bucky, Groot e, talvez de forma mais trágica, o Homem-Aranha se desintegrando diante dos olhos de seus amigos.

Entretanto, a desintegração do Doutor Estranho foi diferente. Além de manter sua postura estoica durante o desaparecimento, sua escolha de entregar a Joia do Tempo a Thanos – e consequentemente desencadear o estalo – veio acompanhada de uma premonição de que aquele era o caminho necessário para derrotar o Titã Louco.

Enquanto o Homem-Aranha partia corações com seu famoso “eu não quero ir”, a desintegração do Doutor Estranho trouxe um vislumbre de esperança em vez de tristeza. Afinal, não havia motivos para desconsiderar sua previsão, e ele acabou sendo confirmado quando o futuro do MCU foi salvo em Vingadores: Ultimato.

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